quarta-feira, 11 de novembro de 2015

As janelas do amanhã



Eis que abro as janelas do amanhã
Meus olhos cansados fitam o futuro do meu ontem
A cíclica mesmice de um mundo desprezível

Cortinas são balançadas com
Suaves e doces brisas melancólicas
E mostram lúgubres cenas
De uma realidade infeliz



Existem luzes no fim deste túnel
As mesmas que me impedem de ver o que há no final

Mas estas janelas do amanhã
Deveriam sempre permanecer fechadas
Não existe beleza próxima nem ao longe

12/11/2015

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