segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O que une neonazistas e extremistas islâmicos

Eis duas coisas que me preocupam muito. Uma é a tendência de extrema direita que paira em muitos lugares. Que existe a necessidade de dar um basta abrupto neste caos reinante, isto é fato, mas que é fato também, é que na extrema direita a tolerância a certas tendências culurais pode ser bastante limitada. Ou seja, algum idiota autoritário pode dizer, por exemplo dizer por exemplo que o Metal não é música, ou que tal tipo de literatura não boa para tal pessoa ou o que devo usar e não usar. Aliás como tentam fazer hoje em dia, mas não obrigando nos ainda.
E o outra coisa que me preocupa, é o concorrente mais pobre da nossa querida Igreja Católica, o chamado Islama. Que tem juntando adeptos de várias partes do mundo com sua mensagem de "paz e igualdade", opa peraí, VALE A PENA VER DE NOVO depois de 2000 anos. Enfim cada cego com sua viseira.
Agora o que muitos não pensam é que na verdade quem está sendo o esperto da história, são os extremistas de direita. Afinal o Islama nada mais é do que uma cria do critinanismo que por sua vez é uma cria do judaísmo, ou seja, trocando em muídos, é a mesma porcaria com nome diferente. Então todo me leva a crer que este radicais de direita querem usar estes fantoches religiosos e ajudá-los a chegarem mais rápido ao seu paraíso, fazendo assim seu trabalho sujo.


Fanatismo relgioso=Extrema Direita=Extrema Esquerda=Radiscalismo=Estupidez & Intolerância
 

Radicais de direita e extremistas islâmicos têm inimigos comuns. Resta saber se isso pode levar a uma aproximação real desses grupos.


Manifestação neonazista na Baviera, 2004Manifestação neonazista na Baviera, 2004Logo após o 11 de setembro de 2001, os extremistas de direita da Alemanha, da Bélgica e da Holanda expressaram sua satisfação pelos atentados da Al Qaeda contra os Estados Unidos. Desde então, uma parte cada vez maior da opinião pública suspeita da existência de paralelos ideológicos entre os terroristas islâmicos e os extremistas de direita. E, de fato, existem pontos em comum.
Tanto extremistas de direita como radicais islâmicos rejeitam o Estado de direito democrático e as eleições diretas. Ambos encaram o capitalismo norte-americano, a ideologia de esquerda e o judaísmo como os seus piores inimigos. E gostariam de ver Israel desaparecer do mapa. Ambos acreditam que o "decadente Ocidente" está fadado ao fim, muito embora tenham visões diferentes sobre o que deve vir depois.
Extremistas de direita exigem umalei consuetudinária única, válida para todos; muçulmanos radicais têm uma visão muito parecida. Ao fantasiarem seus futuros atos heróicos, os neonazistas alemães – agrupados em pelo menos cem grupos em todo o país – não deixam de mostrar reverência aos atos terroristas da Al Qaeda e de outras organizações extremistas islâmicas.
"A famosa tagarelice dos racistas alemães"
Estudantes iranianos repudiam manifestação de solidariedade de extremistas de direita alemães a presidente Ahmadinejad, 2006Estudantes iranianos repudiam manifestação de solidariedade de extremistas de direita alemães a presidente Ahmadinejad, 2006A frustração dos neonazistas durante a última Copa do Mundo, em que a amizade entre os povos foi celebrada em todo a Alemanha com as cores da bandeira do país, se dissipou logo após os mísseis do Hisbolá atingirem Israel. A interpretação dos adeptos do Hisbolá, Hamas ou Hizb ut Tahrir, segundo a qual os mísseis teriam finalmente atingido em cheio Israel e conseqüentemente também os Estados Unidos, é compartilhada pelos idealizadores de um futuro "reino teuto-germânico racialmente puro", agrupados em torno de Horst Mahler, ex-terrorista da Facção do Exército Vermelho (RAF) e posterior ideólogo de extrema direita, do ativista Christian Worch, de Hamburgo, e do líder neonazista SS-Siggi Borchardt, de Dortmund.
Em seu entusiasmo pelo "fim próximo" do Estado de Israel, tão odiado por eles, alguns grupos neonazistas chegaram até a manifestar a disposição de contribuir com dinheiro para a realização desse objetivo. Só que a tentativa de restabelecer antigos contatos com fundamentalistas islâmicos não teve muito êxito. Uma das razões, segundo propagou o Hamas, seria a "famosa tagarelice desses racistas alemães".
Manifestação de radicais islâmicos em Düsseldorf, 2000Manifestação de radicais islâmicos em Düsseldorf, 2000O boato de que representantes do Hizb ut Tahrir gostariam de ter aceitado a proposta é muito questionável. Afinal, são justamente eles que têm que manter a mais absoluta discrição neste momento. E que os neonazistas e extremistas de direita tivessem conseguido reunir uma quantia que efetivamente valesse a pena, isso também é questionável. O que se comenta é que eles teriam preferido guardar tudo no próprio bolso.
Jürgen Hoppe (sm) 
 
 

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